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O
Conselho Empresarial da América
Latina (CEAL) é uma rede de empresários latino-americanos. A missão do CEAL é estimular o envolvimento dos membros no intercâmbio e na cooperação entre os países da região. A integração por via do setor privado pode se dar tanto pelo fortalecimento dos vínculos empresariais, como pelo progresso sócio-econômico das sociedades nacionais. A integração regional, em sentido amplo, terá maior possibilidade de êxito se os empresários participarem ativamente. Assim, o propósito institucional do CEAL é estimular a presença da empresa privada como agente de transformações.
O CEAL nasceu em 19 de fevereiro de 1989, como resposta às tendências de globalização da economia mundial e de desenvolvimento de uma nova estrutura de blocos político-econômicos. Essas situações fortaleceram o crescimento do livre mercado e dos processos de integração regional, tais como: o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), a Comunidade Andina de Nações (CAN), o Mercado Comum Centro-Americano (MCCA), o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA), além dos relacionamentos dos países latino-americanos com a União Européia, Ásia, África e com outras partes do mundo. (topo)
OBJETIVOS
Visando ao cumprimento de sua missão, as atividades do CEAL são norteadas pelos seguintes objetivos fundamentais:
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Promover o conhecimento mútuo, os relacionamentos pessoais, a formação de vínculos empresariais e a amizade entre seus membros e, em geral, entre os empresários latino-americanos.
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Estimular e organizar o intercâmbio sistemático de idéias e informações entre os membros.
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Proporcionar foro adequado para o esclarecimento e o debate das principais questões relativas aos processos político e econômico da América Latina e o papel da empresa privada no contexto de cada país.
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Incentivar o desenvolvimento da integração econômica, social e cultural entre os países da América Latina, no marco da democracia e em um ambiente de paz e segurança institucional e pessoal.
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Facilitar as oportunidades de surgimento de negócios em comum.
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Contribuir para o melhoramento da situação econômica e social da região latino-americana.
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Promover as relações econômicas, sociais e culturais com entidades públicas e privadas de países, regiões e agrupamentos externos à América Latina.
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Apoiar a educação e a difusão da cultura na região. (topo)
ATIVIDADES
e ESTRUTURA
O CEAL reúne 511 líderes empresariais, agrupados em 16 Capítulos nacionais: América Central e Caribe; Argentina e Uruguai; Bolívia; Brasil; Chile; Colômbia; Equador; El Salvador, Guatemala; Honduras; México; Nicarágua; Panamá; Paraguai; Peru e Venezuela. Os membros do CEAL são empresários e acionistas do mais alto nível, tais como Presidentes ou Diretores Gerais de companhias e grupos de empresas. A vinculação é a título pessoal, por convite do Diretório, e os critérios para a seleção baseiam-se nas qualidades pessoais, desempenho profissional, liderança reconhecida, qualidade ética e moral e a importância econômica das respectivas organizações.
O Diretório é o órgão de cúpula do CEAL. É constituído da diretoria dos Capítulos nacionais e dos membros do Conselho Consultivo, que reúne os ex-presidentes internacionais. O Diretório elege entre seus membros um Presidente e dois vice-presidentes. Ao Presidente Internacional, com mandato de um ano, cumpre coordenar as atividades dos diferentes Capítulos, zelar para que os objetivos institucionais sejam atingidos e planejar estratégias de curto e longo prazos, tendo por base o crescimento do CEAL como organização internacional de caráter regional. Cada Capítulo adota a estrutura e a forma de conduta que seus integrantes locais considerem mais adequadas para atingir os objetivos do CEAL.
A atividade mais importante do CEAL é a Reunião Plenária Anual, foro no qual se analisam temas relativos aos objetivos do CEAL e à situação econômica, social e política da região. Outro ponto importante é o estímulo à relação entre os membros, tanto a nível profissional e de negócios, como social e pessoal. A escolha da sede da plenária deve cumprir com o duplo propósito de fomentar o conhecimento dos países da região ou de outros países de interesse aos associados, e de oferecer cenários que motivem a participação.
Assembléias Plenárias Anuais do
CEAL. Ano e Local.
Ano |
Local |
Ano |
Local |
1990 |
Rio de Janeiro, Brasil |
2001 |
Buenos Aires, Argentina |
1991 |
Buenos Aires, Argentina |
2002 |
Lima, Peru |
1992 |
Cidade do México |
2003 |
Cidade do México |
1993 |
Caracas, Venezuela |
2004 |
Mérida, México |
1994 |
Cartagena, Colômbia |
2005 |
Santiago do Chile |
1995 |
Santiago do Chile |
2006 |
Cartagena, Colômbia |
1996 |
Lima, Peru |
2007 |
Cidade do Panamá |
1997 |
Quito, Equador |
2008 |
Santa Cruz de la Sierra, Bolívia |
1998 |
Punta del Este, Uruguai |
2009 |
San Salvador, El Salvador |
1999 |
Cidade da Guatemala |
2010 |
Foz do Iguaçú, Paraguai/Brasil |
2000 |
Brasília, Brasil |
2011 |
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As reuniões de diretório, trimestrais, acontecem na América Latina ou fora dela. Podem ser de natureza expandida, abordando assuntos de interesse de grupos de Capítulos ou de associados. Os encontros regionais, como os do MERCOSUL, da Comunidade Andina de Nações e da América Central, por exemplo, visam a reforçar aproximações sub-regionais, no quadro da integração latino-americana. Reuniões externas, como as de Washington (1999) e Paris (2000), têm o objetivo de promover a integração dos empresários latino-americanos com outras regiões.(topo)
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